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GUIAS DE INVESTIMENTO
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Guia Prático de Investimento Imobiliário em Portugal, Angola e Moçambique
Guia Prático de Investimento Imobiliário em Portugal, Angola e Moçambique
2017-08-10

PLMJ construiu uma consistente rede de parceria nos países lusófanos e nos principais mercados de destino de investimentos portugueses para uma assessoria jurídica sem fronteiras. A PLMJ Network reúne escritórios líderes em cada país, num profundo respeito pelas especificidades e regras deontológicas locais, assegurando uma cultura standard de serviço de qualidade ao Cliente.

Uma rede de contactos e cooperação de Escritórios de Advogados criada com o objetivo de potenciar recursos, sinergias e capacidade de resposta às mais variadas solicitações dos nossos Clientes.

Investir e Viver em Portugal: Guia do Investidor Privado
Investir e Viver em Portugal: Guia do Investidor Privado
2017-08-10

Portugal é internacionalmente reconhecido pelo seu clima aprazível todo o ano, a sua extensa costa atlântica e povo acolhedor. Graças a uma das taxas de criminalidade mais baixas da União Europeia, uma vasta rede de autoestradas, um custo médio de vida bastante inferior ao dos demais países da União Europeia e devido à grande facilidade da população em comunicar em diversas línguas estrangeiras, Portugal tem vindo a tornar-se num destino preferencial para se domiciliar, investir e viver.

Este guia pretende servir de "mapa" para todos aqueles que pretendem investir e/ou viver em Portugal, aproveitando de forma eficiente todos os regimes jurídicos benéficos disponíveis. Desde a aquisição de um bem imóvel, até à disposição por morte do mesmo, passando pela aplicação de uma fiscalidade específica, o sistema português está montado para proporcionar vantagens incomparáveis para qualquer pessoa que pretenda investir em Portugal.

Guia de Investimento Guiné-Bissau
Guia de Investimento Guiné-Bissau
2017-03-17

Com cerca de 1,8 milhões de habitantes e um PIB de cerca de 1.000 milhões de euros é uma economia de pequena dimensão, apresentando um desempenho económico com volatilidade correlacionada com os períodos de maior ou menor estabilidade política e com a produção e o preço internacional da castanha de caju, principal artigo exportado pelo país. A economia guineense está muito exposta aos choques externos, com especial realce para o acréscimo do preço das importações de energia e combustíveis e de produtos na área alimentar, nomeadamente do arroz.

Sendo uma economia integrada na Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDAO) que agrega 15 países, de expressão francesa e inglesa, a economia guineense posiciona-se como "porta de entrada" num vasto espaço económico com cerca de 320 milhões de habitantes. Para além disso, a Guiné-Bissau integra com 7 destes países de expressão francesa a União Económica e Monetária do Oeste Africano (UEMOA) circulando como moeda única o Franco CFA para cerca de 80 milhões de pessoas.

A participação da Guiné-Bissau nesta união monetária proporciona-lhe vantagens relevantes no relacionamento com investidores, designadamente a estabilidade cambial que é assegurada pela paridade fixa entre o Franco CFA e o Euro e a liberdade de repatriação de capitais e de lucros.

Para uma maior integração com a comunidade económica regional e, consequentemente, para o progresso do país, a Guiné-Bissau tem necessidades básicas a satisfazer, nomeadamente no desenvolvimento das suas infraestruturas portuárias, rodoviárias e rede energética.

Moçambique Overview - Perspectivas Económicas para 2016
Moçambique Overview - Perspectivas Económicas para 2016
2016-06-01

Beneficiando de uma localização estratégica, Moçambique é considerada uma plataforma de entrada nos mercados do universo da SADC (Southern African Development Community), que agrega cerca de 280 milhões de consumidores.

O país é encarado como um caso de sucesso entre as economias africanas e tem assumido um papel cada vez mais determinante no contexto da África Austral, atendendo, nomeadamente, ao seu potencial como fornecedor de energia para a região.

Moçambique é um país com abundantes recursos naturais, entre os quais se destacam o potencial hidroeléctrico, reservas de gás natural, carvão e minerais (ouro, pedras preciosas, titânio e bauxite, alumínio entre outros) e mais de 2.500 Km de costa com numerosos recursos pesqueiros que constituíam a principal fonte de exportação até ao desenvolvimento da indústria do alumínio.

Angola Overview - Perspectivas Económicas para 2016
Angola Overview - Perspectivas Económicas para 2016
2016

Até 2012, Angola vinha registando aumentos consideráveis no valor das transacções comerciais mas, nos últimos anos, assistiu-se a um decréscimo destes valores. Ainda assim, no período 2010-2014, as vendas angolanas ao exterior evoluíram de forma positiva. Em termos de ranking, o país registou em 2013 a sua melhor posição em ambos os fluxos – 49º lugar entre os exportadores a 71ª posição enquanto importador.

No que diz respeito aos principais produtos exportados por Angola, a informação disponibilizada pelo ITC relativa a 2014 permite relevar a importância fulcral dos produtos energéticos para a economia angolana (98,2% do total das exportações), o que deixa a balança comercial do país muito vulnerável à flutuação do preço do petróleo nos mercados internacionais.

Guia de Investimento em Portugal 2014
Guia de Investimento em Portugal 2014
2014-08-06

O investimento em Portugal e a internacionalização da economia Portuguesa tiveram ao seu dispor, no último período de programação dos fundos estruturais ao nível comunitário (2007-2013), um conjunto de instrumentos de apoio enquadrados através do chamado “Quadro de Referência Estratégico Nacional” (“QREN”).

A prossecução deste desígnio foi assegurada pela concretização, ao nível dos diferentes Programas Operacionais e com o apoio dos Fundos Estruturais e do Fundo de Coesão, de 3 grandes Agendas Operacionais Temáticas, que incidiram sobre 3 domínios essenciais de intervenção: o Potencial Humano, os Factores de Competitividade da Economia, e a Valorização do Território.