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Guia de Investimento Guiné-Bissau

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Com cerca de 1,8 milhões de habitantes e um PIB de cerca de 1.000 milhões de euros é uma economia de pequena dimensão, apresentando um desempenho económico com volatilidade correlacionada com os períodos de maior ou menor estabilidade política e com a produção e o preço internacional da castanha de caju, principal artigo exportado pelo país. A economia guineense está muito exposta aos choques externos, com especial realce para o acréscimo do preço das importações de energia e combustíveis e de produtos na área alimentar, nomeadamente do arroz.

Sendo uma economia integrada na Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDAO) que agrega 15 países, de expressão francesa e inglesa, a economia guineense posiciona-se como "porta de entrada" num vasto espaço económico com cerca de 320 milhões de habitantes. Para além disso, a Guiné-Bissau integra com 7 destes países de expressão francesa a União Económica e Monetária do Oeste Africano (UEMOA) circulando como moeda única o Franco CFA para cerca de 80 milhões de pessoas.

A participação da Guiné-Bissau nesta união monetária proporciona-lhe vantagens relevantes no relacionamento com investidores, designadamente a estabilidade cambial que é assegurada pela paridade fixa entre o Franco CFA e o Euro e a liberdade de repatriação de capitais e de lucros.

Para uma maior integração com a comunidade económica regional e, consequentemente, para o progresso do país, a Guiné-Bissau tem necessidades básicas a satisfazer, nomeadamente no desenvolvimento das suas infraestruturas portuárias, rodoviárias e rede energética.

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