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Na entrevista, analisa as principais tendências do mercado de M&A em 2026, o crescente interesse dos investidores por Angola e os fatores que estão a impulsionar a atividade de investimento, com destaque para os setores da energia, petróleo e gás, mineração e infraestruturas. Aborda igualmente a evolução do perfil dos investidores ativos na região e os desafios que continuam a marcar os mercados emergentes, nomeadamente o acesso a financiamento e a previsibilidade regulatória.
Para Rúben Brigolas, uma das principais surpresas do primeiro semestre foi o regresso da energia ao centro das decisões de investimento, impulsionado pelo contexto geopolítico. Destaca ainda que, enquanto em Portugal a atividade se concentrou na energia, infraestruturas e tecnologia, em Angola o investimento continuou focado nos recursos naturais, energia e logística, acompanhando uma crescente aposta na diversificação da economia.
Com uma prática fortemente internacional, partilha também a sua perspetiva para a segunda metade do ano: “Para a segunda metade de 2026, espero que continue a atividade nos setores que têm estado mais dinâmicos, em particular petróleo e gás, mineração, energia e infraestruturas associadas.”
Leia a entrevista completa na Advocatus.