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Ainda é cedo para perceber até onde crescerá a litigiosidade judicial

21/05/2020
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Como vão ser os seguros pós-covid 19 e o que terá de mudar nos contratos futuros. serão criadas apólices específicas para estes riscos? E será que a pandemia criou maior litigância?

Assim é, sobretudo ao nível do cancelamento de eventos e nos seguros de saúde e viagens. Por enquanto, a suspensão dos prazos judiciais não permite avançar com números, e a interpretação do clausulado dos seguros será a base para dirimir, ou não, potenciais litígios.

“É inevitável concluir que o mercado segurador vai ser forçado a rever a sua oferta de produtos no sentido de alargar, de forma mais ou menos significativa, o leque de garantias associadas a epidemias e pandemias. Essa adaptação já se tem vindo a sentir, de forma muito gradual, no que diz respeito aos denominados seguros de saúde. Não é expectável, no entanto, que o setor venha a viver uma revolução no período pós-Covid uma vez que estamos perante fenómenos com um potencial de prejuízos muito elevado. Na realidade, estamos perante um setor que já está sujeito a uma enorme pressão em termos de requisitos de solvência e ‘compliance’ e quaisquer alterações nos produtos para fazer face aos principais riscos decorrentes de fenómenos como a Covid-19 – nomeadamente perdas de exploração – deverão estar condicionadas em termos de sub-limite de capital, franquia ou limite temporal da cobertura.

Leia aqui a análise completa de Nuno Luís Sapateiro, associado coordenador nas áreas de Bancário e Financeiro e Mercado de Capitais.

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