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O sócio e coordenador da área de Tecnologia, Media e Telecomunicações, afirma que o Plano de Ação envia um duplo sinal para o mercado: politicamente, ao declarar "a digitalização como prioridade transversal e alinhada com a agenda europeia", e juridicamente por deixar de ser uma mera boa prática para uma "obrigação verificável".
De acordo com Pedro Lomba, e partindo do ponto de vista das empresas, a mudança central introduzida pelo plano é a "transição para um modelo de conformidade contínua, com integração técnica em infraestruturas públicas, com ciclos de verificação e reporte definidos e a adoção de padrões mínimos em segurança e governação de dados que passam a ser operacionalizados por medidas e diplomas específicos".
O sócio da PLMJ alerta também para os diferentes tipos de riscos a enfrentar por parte das organizações que não acompanhem o ritmo do Plano de Ação, sendo estes de carácter operacional, devido às exigências de interoperabilidade e atualização de normas técnicas, económico, vistos como reativas e, logo, mais atrasadas e menos ágeis, e reputacional, especialmente em cibersegurança e uso de IA.
Leia aqui a entrevista completa.