Guia

Investigações internas - um roadmap para as organizações

25/05/2026

A expressão “Investigações Internas” tem vindo a entrar no vocabulário quotidiano das organizações empurrada, por um lado, pelos avanços legislativos dos últimos anos num conjunto amplo de matérias como o combate à corrupção, fraude financeira, branqueamento de capitais, assédio e discriminação, atividades de representação de interesses junto de decisores públicos, governação para os dados e segurança de informação, e incidentes de violação de dados pessoais e cibersegurança, por outro lado, por uma crescente preocupação institucional e reputacional face a diversos casos (muito) públicos de responsabilização de empresas e pessoas por ações ilícitas ou pouco éticas que ocorrem no seio da organização.

Seja por obrigação legal, seja por ensejo moral ou reputacional, facto é que as organizações mais preparadas já não podem escapar à necessidade de apurar e investigar os acontecimentos suspeitos de que têm notícia e as organizações prudentes já compreenderam que esta é uma ferramenta preventiva essencial.

Muito comum e já com longo historial noutras jurisdições (e em crescimento entre nós), as investigações internas assumem um papel central na salubridade legal de qualquer organização e prevenir ou mitigar a responsabilidade das empresas e respetivos stakeholders.

Por isso, encetamos uma primeira apreciação ao tema, as suas virtudes e desafios.

O primeiro desafio passa por definir o que é uma Investigação Interna.

Esta nossa incursão no tema é um mero contributo sobre o exercício investigativo nas organizações, cuja relevância é cada vez mais evidente, e marca apenas o início de um trabalho que estará em constante evolução e reformulação.

Saiba mais no guia preparado pelos nossos especialistas.

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